quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Reflectir com Ajahn Chah



Se te soltares um pouco, terás um pouco de paz. Se te soltares muito, terás muita paz. Se te soltares completamente, terás paz completa. A tua luta neste mundo terá chegado ao fim.

Ajahn Chah

12 Comments:

At 15 fevereiro, 2007, Blogger Avusa said...

e tem tanta lógica…

 
At 16 fevereiro, 2007, Blogger cris said...

Eu quero soltar-me muuuuiiitoooo!
Mas às vezes é-me tão difícil...

Abraço para ti *

 
At 16 fevereiro, 2007, Blogger Daterra said...

Cris:

Eu sei...mas faz parte do processo.Creio que a determinada altura este soltar é algo que se torna intrínseco, uma forma de ser e de estar. Não mais, não menos. Apenas.E como é difícil o apenas?

Avusa:

também concordo:)

Abraço para vós:)

 
At 16 fevereiro, 2007, Blogger Avusa said...

tenho uma proposta para ti. Dás-me o teu email?

 
At 16 fevereiro, 2007, Blogger Daterra said...

Claro Avusa:)

lco_lecioferreira@sapo.pt

Aguardo então

 
At 17 fevereiro, 2007, Blogger caminhante said...

ESte post responde à pergunta que deixaste no meu blog! O progresso está dentro de nós. O problema da nossa Terra doente é tão poucos perceberem isso!
Beijo

 
At 18 fevereiro, 2007, Blogger aya said...

É bom ouvir e sentir verdades destas...
:o)

Abraço

 
At 19 fevereiro, 2007, Blogger sa.ra said...

sem dúvida!
há que perder o medo, as amarras, os apegos...
:)
leva tempo, ou melhor, leva experiências... a libertade, a libertação é um duro caminho, tão duro qt mas se resiste!

Cair e errar até ganhar confiança (absoluta) na Verdade!

beijos
dia mt feliz!

 
At 21 fevereiro, 2007, Blogger Bruna Pereira said...

A que estarão os homens presos, já que não se soltam...

:)

 
At 21 fevereiro, 2007, Blogger Bruna Pereira said...

A que estarão os homens presos, já que não se soltam...

:)

 
At 21 fevereiro, 2007, Anonymous Sandra said...

Uma das maiores "prisões" talvez sejam os nossos preconceitos, julgamentos e o medo de nos perdermos no outro (como se o outro não fossemos nós próprios também).
Estranho fenómeno, a dificuldade em aceitarmos que basta ser e que só somos com o outro. Parece que teimamos em abrir guerra, antes de mais, a nós mesmos.
Quando afinal, é tudo tão simples...

Obrigada Lécio, por te ires "soltando" connosco.

Um beijinho.

 
At 21 fevereiro, 2007, Blogger Daterra said...

muito obrigado pelas vossas observações:)

Bem vindos

abraço amigo

 

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